sexta-feira, 10 de maio de 2013

Para onde a ciência quântica aponta? Para a Ciência integral, para ampliar e não limitar...

Wallace Lima foi entrevistado no programa Salutis de 6 de maio. Aqui ele fala sobre o Hospital Quântico, que será concebido em Recife, PE, cuja abordagem será a saúde e não a doença.  Seu ambiente será enriquecido com cores adequadas aos tratamentos, aromas, música, palhaços, cuidados com a iluminação solar, tudo adequado à manifestação do corpo físico e suas enfermidades. “Não haverá técnicos que passem remédios e sim uma política de cuidar de pessoas com cores, aromas, música e luz do sol”, explica. Segundo ele, as pessoas estão adoecendo demais e o atual modelo de tratar os sintomas não tem resolvido, com muita gente morrendo doente, entubadas e tomando entre 50 e 60 medicamentos por dia.

Where quantum science points? For Science integral to enlarge and not limit ...
Wallace Lima Salutis was interviewed on May 6. Here he talks about the Quantum Hospital will be designed in Recife, PE, whose approach is health and not disease. Your environment will be enriched with colors appropriate treatments, aromas, music, clowns, care solar lighting, all suitable for expression of the physical body and its diseases. "There will be no technical passing remedies but a policy of caring for people with colors, aromas, music and sunshine," he explains. According to him, people are getting sick too and the current model of treating the symptoms have not resolved, with many people dying patient intubated and taking 50 to 60 medications per day.

Lorsque les points de la science quantique? Pour la Science intégrante d'élargir et de ne pas limiter ...
Wallace Lima Salutis a été interviewé le 6 mai. Ici, il parle de l'hôpital Quantum sera conçu de Recife, PE, dont l'approche est une maladie de santé et non. Votre environnement sera enrichie de couleurs traitements appropriés, des arômes, de la musique, des clowns, éclairage solaire soins, tous adaptés pour l'expression du corps physique et de ses maladies. "Il n'y aura pas de recours passant techniques, mais une politique de soins pour les personnes avec des couleurs, des arômes, de la musique et du soleil», explique-t-il. Selon lui, les gens tombent malades et aussi le modèle actuel de traiter les symptômes n'ont pas résolu, avec beaucoup de gens qui meurent patient intubé et en prenant 50 à 60 médicaments par jour.